Primeiro Caderno | Dia-a-dia Edição de sábado, 13 de março de 2010
UFCG pretende criar 2,7 mil vagas
Meta faz parte da expansão proposta pela instituição ao Mec para os próximos anos
A ampliação do ensino superior em todo o país é uma realidade e na Paraíba já é perceptível o avanço das instituições que rompem as barreiras das grandes cidades e avançam pelo interior. De 28 de março a 1º de abril, os governos municipais, estaduais e federal, em conjunto com diversos segmentos da sociedade, irão discutir os rumos da educação no país em todos os níveis de ensino, com a realização da Conferência Nacional de Educação (Conae), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Na ocasião o reitor da Universidade Federal de Campina Grande, Thompson Mariz, irá apresentar metas a serem cumpridas pela instituição que preveem a criação de 2.700 vagas nos próximos anos.
Thompson apresentará projeto Foto: Junot Lacet/DB/D.A Press
Em documento enviado ao MEC, ele detalha ações que considera imprescindíveis para a democratização do acesso ao ensino superior na Paraíba, como a implantação de campi universitários em Itabaiana e Itaporanga, e a criação de 20 pólos universitários.
Nos campi de Itaporanga e Itabaiana seriam, ao todo, 450 novas vagas anuais, coma implantação de nove cursos, com 50 vagas cada: licenciaturas em Pedagogia, Letras, Sociologia e História (Itaporanga) e de Tecnologia em Segurança da Informação, Jogos Digitais, Sistemas para Internet, Redes de Computadores e Gestão da Tecnologia da Informação (Itabaiana).
Nos campi já existentes de Cajazeiras e Campina Grande, a ideia é implantar cinco novos cursos, com uma oferta de 250 vagas. Ele afirma que a Paraíba necessita de urgente expansão do ensino público superior "para criar expectativas promissoras para toda a sua população jovem, e consequente desenvolvimento sócio-econômico", diz, destacando a importância de expandir a oferta de vagas por todas as microrregiões do estado.
"Na região Sudeste encontra-se 57,45% do total de vagas de ingresso registradas no país; a região Nordeste, onde se encontra cerca de 30% da população nacional, detém apenas 14,3%", reclama o reitor, destacando a situação do estado: "A Paraíba detém 7,14% das vagas existentes no Nordeste, o que corresponde a apenas 1,02% dototal nacional". "É um momento histórico, em que as oportunidades de concretização de ideais devem ser plenamente aproveitadas, em prol do desenvolvimento do nosso estado", vibra o reitor Thompson Mariz, da Universidade Federal de Campina Grande.
+ Mais Pólos criados em 20 cidades paraibanas
Clique na imagem para
vê-la maior
Edição de sábado, 13 de março de 2010
Edições
anteriores
Selecione a data do
O NORTE que você
deseja visualizar
Copyright
- JornalONorte.com.br | todos os direitos reservados. É proibida
a reprodução parcial ou total do conteúdo
desta página sem a prévia autorização |
atendimento.pb@diariosassociados.com.br