Já foram 371 jogos disputados na história do maior clássico do futebol paraibano. Não é a toa que a partida leva o nome de Clássico dos Maiorais, pela representação que o Treze e Campinense têm no futebol Nordestino, tendo uma das rivalidades mais atuantes dentro e fora de campo. São muitos heróis, vilões, jogos inesquecíveis, grandes finais, e polêmicas que marcaram esse confronto que foi disputado pela primeira vez no ano de 1955, no estádio Plínio Lemos. Junto com o esporte, os dois clubes mudaram. Cresceram, conquistaram títulos, participações na elite do futebol brasileiro, mas não há nada que um torcedor tanto do Galo, quanto da Raposa, não queria, que não seja vencer seu rival no Amigão.
De um lado, 127 vitórias para o Galo; do outro, 99 para a Raposa, mas este ano o confronto foi marcado pelo equilíbrio, com dois empates, e uma vitória para cada lado. Quando se enfrentam, Treze e Campinense, também marcam suas partidas pela quantidade de gols. Até agora, os times já balançaram as redes 876 vezes, sendo 457 gols para o Galo, e 419 tentos assinalados pela Raposa. Se do lado alvinegro da cidades Nanu e Nonato formam a dupla de frente do time do bairro de São José, do outro Marabá e Edmundo, se escalados juntos, prometem desempenhar um bom papel, superando a falta de entrosamento.
A partida poderá colocar uma das equipes ao lado do Botafogo na liderança do campeonato, daí a importância da conquista dos três pontos, que poderão ser decisivos para ambos os times neste primeiros turno. Os dois técnicos também merecem destaque no confronto, por viveram situações opostas na carreira. Marcelo Vilar, há alguns anos dirigindo clubes pelo Brasil, está em sua terceira passagem pelo Treze, e tem na experiência a receita para que o time volta a conquistar títulos. "O Treze vem chegando nas decisões e por detalhes do futebol não tem saído campeão. Esperamos nessa Copa Paraíba acabar com esse pequeno tabu, que não incomoda, mas como o clube é grande sempre há muita cobrança", disseVilar.
Já Valério Ramos, tem sua segunda experiência como treinador de futebol. Ano passado o 'estreante' conseguiu chega a semifinal do paraibano comandando o time da Queimadense, e esse ano volta ao clube que o lançou para o futebol. "É uma partida difrente, principalmente para mim que já joguei nos dois times e sei da importância que tem. Mas estou tranquilo e espero que meus jogadores entendam o que representa um Treze e Campinense, e façam uma boa partida, conseguindo a vitória", asseverou.
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Edição de domingo, 4 de outubro de 2009
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