O Fusion não é complexo e muito menos decepciona quem procura uma montada menos careta, comparado ao modelo anterior. O V6 é a grata surpresa que reúne por dentro e por fora um pacote sedutor de mimos a bordo. A central multimídia Sync, com a assinatura da Microsoft, funciona integrado ao rádio, localizado no centro do painel, tem tela LCD touchscreen de oito polegadas e 10 gigabytes, com tudo, menos o navegador de fábrica. Com o carro parado, você assiste ao DVD, em movimento, a tela respeita a segurança e só permite o som do show. Nele você também captura para o HD da máquina, as suas músicas preferidas. Quer mais? A brincadeira, meio salgada, R$ 99 mil, está só começando. Se optar pelo teto solar, desembolse mais R$ 3 mil.
Modelo reúne requinte, beleza e uma série de mimos por dentro para o condutor
A versão quatro cilindros, de R$ 84 mil, é aquele comum bem feito, sem o mesmo pacote de tecnologia do topo de linha, cumpre o seu papel e você vai estar de Fusion. É permitido compará-lo, mesmo que mais caro um pouco, com o Corolla e o Civic. A novidade é, sempre, uma atração à parte.
O carro é espaçoso e obediente ao dono do volante. Comande a luz interna e surpreenda quem está do lado. O Fusion permite, nele você pode reinventar a moda. A beleza e o requinte andam juntos. O couro representa o luxo, o painel é completíssimo no V6 com o Sync, a conexão Bluetooth e seus 12 alto falantes do som Dolby 5.1 Surround mais ar-condicionado com display de temperatura digital e controles individuais, seis bolsas infláveis, e um senhor quadro de instrumentos. O volante é multifuncional e de boa empunhadura. É muito? Que nada. É o que você, leitor, merece.
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Atualizado em 09|07|2009
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