Prostitutas e instituições bancárias têm uma conta a acertar em Amsterdã, na Holanda. O governo da cidade está preocupado com a proibição de as profissionais do sexo abrirem contas e movimentar dinheiro em diversos bancos. O problema é que, no país, a prática sexual é considerada legal e integrada à economia. É lá que fica o famoso distrito da Luz Vermelha, onde várias mulheres se exibem em vitrines e lutam para oferecer os serviços aos clientes.
O preconceito, porém, domina o expediente das principais instituições de crédito, que não querem se tornar "banco do sexo". A prefeitura trabalha para que a discriminação seja extirpada. Estima-se que, em dois meses, surja uma solução para o impasse.
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Edição de sábado, 4 de julho de 2009
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